Direito Civil · Cataguases e região

Advogado cível
em Cataguases

Contrato descumprido, cobrança indevida, dívida a receber, dano causado por outra pessoa ou por empresa. O direito civil é onde cai quase tudo o que não tem nome próprio — e onde o prazo costuma passar despercebido.

Prazo é a primeira coisa a checar. Reparação civil prescreve em três anos; cobrança de dívida documentada, em cinco. Um caso sólido perdido pelo calendário é o desperdício mais comum nessa área.

Quando procurar

O que essa área resolve

  • Contratos

    Elaboração, revisão e discussão de descumprimento — compra e venda, prestação de serviço, locação, empréstimo entre particulares.

  • Cobrança de dívida

    Receber o que é devido, por ação de cobrança, monitória ou execução, conforme o documento que se tem em mãos.

  • Indenização

    Dano moral e material por conduta de outra pessoa ou empresa, incluindo acidentes e negativação indevida.

  • Imóveis

    Compra e venda, escritura e registro, usucapião, vícios de construção e conflitos de posse e de vizinhança.

  • Locação

    Despejo, cobrança de aluguéis, revisão de contrato e discussão de benfeitorias e garantias.

  • Responsabilidade civil

    Quem responde e em que medida quando um dano acontece — inclusive por ato de terceiro ou de animal.

  • Defesa em execução

    Embargos, exceção de pré-executividade e discussão de penhora quando a cobrança é indevida ou excessiva.

  • Condomínio

    Cobrança de cotas, assembleias e conflitos entre condôminos. Há página própria para síndicos e condomínios.

É síndico ou faz parte do conselho? Veja a página de assessoria jurídica para condomínios.

Passo a passo

Como um caso cível costuma correr

  1. Análise do documento

    Contrato, recibo, nota, conversa. É o documento que define qual ação cabe e qual o prazo que ainda resta.

  2. Tentativa extrajudicial

    Notificação e proposta de acordo. Em cobrança, resolve uma parte relevante dos casos sem custo de processo.

  3. Ação

    Petição inicial com o pedido e o valor, acompanhada das provas documentais disponíveis.

  4. Conciliação e defesa

    Audiência de conciliação, depois contestação da outra parte e réplica.

  5. Instrução

    Depoimentos, testemunhas e perícia quando o caso envolve valor, obra ou dano a apurar.

  6. Sentença e execução

    Reconhecido o direito, começa a fase de receber — bloqueio de valores, penhora e demais medidas.

Antes de processar

Nem todo caso vale um processo

Há situações em que o direito existe, mas a ação não compensa: devedor sem patrimônio conhecido, valor menor que o custo de perseguir, prova frágil demais para sustentar o pedido. Dizer isso na primeira conversa é parte do trabalho, e evita gastar dinheiro e anos atrás de uma sentença que não vai virar dinheiro.

Em outros casos acontece o contrário: o que a pessoa considera pequeno tem valor relevante somado — cobranças repetidas, juros indevidos ao longo de anos, cláusula abusiva aplicada mês a mês. É o levantamento que revela isso, não a impressão inicial.

A escolha entre acordo e processo também é técnica. Vale acordo quando o valor proposto supera o risco e o tempo do litígio, e não vale quando aceitar hoje significa abrir mão de algo maior e seguro.

Para a primeira conversa

O que levar

Em direito civil, quase tudo se decide por documento. Quanto mais completo o material, mais precisa é a resposta sobre o que dá para fazer.

  • o contrato, ou o que houver por escrito
  • recibos, notas fiscais e comprovantes de pagamento
  • notificações, cobranças e cartas recebidas
  • conversas por aplicativo e e-mails com a outra parte
  • documentos do imóvel ou do bem envolvido
  • orçamentos e comprovantes do prejuízo, nos casos de dano
  • nomes de quem presenciou os fatos

Dúvidas frequentes

Perguntas comuns

Qual é o prazo para entrar com uma ação cível?

Depende do pedido. A pretensão de reparação civil prescreve em três anos; a cobrança de dívida líquida com documento, em cinco; e há prazos específicos para outras situações. Como o prazo corre de datas diferentes conforme o caso, vale conferir cedo.

Contrato verbal vale?

Vale, na maior parte das situações — a lei só exige forma escrita em casos determinados, como a compra e venda de imóvel. A dificuldade não é de validade, e sim de prova: sem documento, o caso passa a depender de testemunhas, mensagens e comprovantes indiretos.

Fui negativado indevidamente. Tenho direito a indenização?

Em regra sim, quando a inscrição foi feita sem dívida existente. Há uma exceção relevante: se já houver outra negativação legítima anterior, os tribunais entendem que não cabe dano moral, apenas o cancelamento do registro indevido.

Vale a pena processar quem não tem bens?

Nem sempre. A sentença reconhece o direito, mas receber depende de haver patrimônio a alcançar. Antes de propor a ação vale pesquisar o que existe em nome do devedor — e, não havendo nada, discutir se o caso compensa.

Comprei um imóvel só com contrato de gaveta. Estou protegido?

Parcialmente. O contrato gera obrigações entre as partes, mas a propriedade só se transfere com o registro na matrícula. Até lá o imóvel continua respondendo por dívidas de quem consta como dono, o que é o principal risco dessa situação.

Quanto custa entrar com uma ação cível?

Há custas judiciais, que variam conforme o valor da causa, e os honorários, sempre combinados antes e por escrito. Quem não tem condições de arcar com as custas pode pedir a justiça gratuita, analisada caso a caso pelo juízo.

O escritório atende quem mora fora de Cataguases?

Sim. O atendimento alcança Leopoldina, Miraí, Astolfo Dutra e demais cidades da Zona da Mata mineira, com envio de documentos por WhatsApp ou e-mail e reuniões por chamada de vídeo.

Contato

Falar sobre o seu caso

Traga o contrato, a cobrança ou o documento que originou o problema. É a partir dele que se define se há caminho e qual é o prazo.

Endereço
Rua Cel. João Duarte (Calçadão), nº 92, Loja 11
Centro · Cataguases‑MG
Horário
Segunda a sexta, das 13h às 17h
Atende também
Leopoldina, Miraí, Astolfo Dutra e região da Zona da Mata